quinta-feira, 22 de julho de 2010

:x

Eu sei que não se deve ouvir as conversas das outras pessoas, muito menos ao telefone, mas aconteceu. (Se ninguém me mandou embora era óbvio que o mais provável era continuar em linha, né?) O certo é que eu sei o que mais ninguém sabe de um lado e o que pouca gente sabe do outro. E agora? Sigo o meu instinto e tento ajudá-lo e tentar levá-lo para o que considero o bom caminho ou fico quieta no meu canto à espera (esperançosamente) que o destino resolva as coisas?

domingo, 11 de julho de 2010

Impulso



Correcto ou não, não consigo deixar de o fazer! É mais forte que eu. Selfish, eu sei que sou. Mas a verdade e que apareceste sem aviso prévio e deixaste uma marca tão inesperada. Aiiii! Não está certo! Não era suposto perdurares na minha mente tão continuamente. Não era! E agora?

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Universidade

Hoje em dia toda a gente, ou a grande maioria dos estudantes que acabam o liceu, têm ideia de concorrer para a universidade. Um mundo novo, desconhecido que agrada a muitas mentes... Novas amizades, uma cidade nova e desconhecida, noitadas, bebedeiras, serenatas tudo isto é associado aquele mundo e aqueles anos que dizem ser os melhores (daí tanta gente querer entrar).

Mas, se de um lado está toda a descoberta da cidade e do mundo universitário, do outro lado está a verdadeira razão que nos leva a tal local e também o receio. O receio de perder amizades desenvolvidas ao longo de vários anos. O receio da solidão. o receio da credibilidade das pessoas novas à nossa volta. O receio de não termos escolhido a opção certa. O receio de nos sentirmos no curso errado. O receio.

Porque o mundo universitário (de certeza que) fascina, a diversão, as noitadas, novas amizades e o tempo ajudará a ultrapassar todos estes receios e relações de simbiose.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Dornes


Pois é, passear em família deu nisto. Num dia em que percorremos cerca de 150km só pelo interior, muito pertinho aqui (cerca de 30km) encontrámos esta maravilha. Uma paisagem incrivelmente bonita. Gostei imenso como podem constatar. Uma península em que as casas estão praticamente dentro do Rio Zêzere e que chegar as margens dele é um autêntico desafio. Apetece invadir as escadas dos particulares e desejar que estas nos façam chegar à água.