quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Sussurros e segredinhos

Conhecemo-nos à pouco mais de um mês e num desabafo inesperado da minha parte, viemos a descobri mais umas coisas em comum.
Tudo começou com o meu super mau  feitio e a mania de me meter com toda a gente desconhecida. Estávamos à espera para nos matricularmos juntamente com outras raparigas e, após algumas situações caricatas, eu viro-me para ela, a medo, e digo-lhe "Olha, eu acho que tu tens uma pancada tão grande como a minha". Foi mesmo assim, sem tirar nem por. Ela desatou a rir comigo. A coisa que eu mais me lembro é dos trajados se virarem para nós, ou melhor para a Micas e começar o interrogatório:

Trajado: "Enfermagem foi a primeira opção?"
Micas: "Foi"
Trajado: "Então e porque é que escolheu este curso?"
Micas no meio de risos vira-se para nós, colegas e diz "Era a semana da enfermagem"
Galhofa geral. 

Nunca mais nos largámos. As duas semanas que separaram as matrículas das aulas só pensava "Ao menos que a Micas seja da minha turma". Tentei procurá-la nas redes sociais, mas sem sucesso. Reencontrei-a no primeiro dia de praxes/aulas, depois do almoço e a partir daí tudo começou a fazer mais sentido. Via as praxes não como algo "mau", mas como algo divertido. Aquilo começou a fazer sentido. E o melhor de tudo foi quando ela disse que estava na tarde, e na mesma turma que eu ^^

Bem, voltando à actualidade e resumido este mês. Divertimo-nos imenso juntas e temos ataques de riso porque sim. Só nós percebemos a razão. Boa disposição e o nosso lado de casamenteiras abunda. Como eu já disse, deixei escapar um micro desabafo super secreto na aula TP de fundamentos. Começo a achar a moça muito calada e tal e, de repente, vira-se e diz "Tens noção que eu me 'to a rever nisso?" só me apeteceu dizer-lhe "és uma miséria". Saímos do auditório para acabar a actividade prática  e fomos mandar umas palavras-chave e fazer esquemas com setas para tentar explicar a situação duma e de outra. Só percebemos uma coisa "Esquece, isso nunca vai resultar". Óbvio, mas falar é fácil. Tontas que nós somos. 

E agora? Agora temos encontro marcado em minha casa após o super jantar do caloiro. Nós, o meu quarto, a sangria e provavelmente outras bebidas presentes no nosso estômago, para conseguir saber e perceber as nossas aventuras da vida uma da outra. Bom, bom era ter um quadro para podermos fazer um desenho uma à outra (doutra forma vai ser complicado perceber). 

Até lá resta-nos questionar acerca do que virá aí. Mas uma coisa eu tenho a certeza: coisa boa não é!

Até segredos e planos maquiavélicos para fintar "intrusos"já temos

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Classificados

Procura-se rapaz jovem, bem-disposto, capaz de curar feridas e, se possível, com o dom de conseguir fazer reset no meu coração a fim de apagar memórias menos boas. Pede-se com a maior das delicadezas que este não brinque com o meu coração depois de renovado. Obrigada.

We should...





really coisés, someday we'll have to, at least, we have to TRY!

Se eu me preocupasse...

... mas na realidade não me preocupo. Apenas desta vez
 e ainda bem. Caso contrário haveria de ser bonito. ;)

Peripécias

Quando apareceste não fazia ideia que ias deixar uma ferida no meu coração. Foi difícil curá-la.
Se há coisas que custam a passar, são as que para além de serem inesperadas são incompreendidas.
No entanto, passados 3anos e meio, esse capítulo já estava arrumadinho. Por mero acaso tinhas-me vindo à memória a semana passada, por achar que estavas no mesmo curso que o meu colega de casa e não, não disseram coisas simpáticas de ti.

Não me falavas por opção. Por tua iniciativa própria. Mas o destino, voltou a por-te no meu caminho. e lá estavas tu, no mesmo sítio que eu, à espera do mesmo comboio que eu. Estavas no teu mundo e disse para mim própria que não te ia falar. Ia apenas observar-te discretamente.

Mas mal sabia eu o que me esperava. Entrei no comboio pela porta de trás e fui "subindo" pela carruagem. A cara que eu fiquei quando vi que o teu lugar era mesmo à frente do meu. Continuaste no teu mundo e eu no meu a questionar-me se me haveria de meter contigo ou não.

Reflecti bastante acerca desse assunto, e como tinha lido este post há pouco tempo, decidi arriscar. Não queria dar-te razões para me apontares o dedo como o tal post faz. Assim, aproveitei o facto de a minha mala pesar chumbo e de precisar de ajuda para te dizer olá. Conforme a tua reacção logo veria o que ia fazer.

Arrisquei. Pouco simpática, sem introdução, ia directa ao assunto:

 "V.?"
(vira-se para trás) "Oláá" mostrando alguma "alegria" em rever-me. "Para Lisboa também? Pois, tás no 1º ano, não é?'

Não esperava ter sido "recebida" desta forma. Nem me deixavas falar. Parecias curioso acerca do que era feito de mim. Até que quando chegámos à estação lá te pedi para tirares a mala lá de cima. Depois disso, continuámos nas actualizações como se nada se tivesse passado antes...

Há com cada coisa da vida...
Ao menos não fico com remorsos de não te ter falado

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Situações Irónicas



Descrição: 
   - Eu e a Micas moviamo-nos no sentido ESEL- metro
   - Padrinho M, e a Madrinha A. iam no sentido metro-ESEL com um ar apressado por estar na hora da aula mas ainda assim, cumprimentaram-nos com um sorriso.
   - Ao nos cruzarmos com eles eu digo com um ar muito divertido "Só agora?!"
   - 2 passos depois a Micas vira-se para mim e diz "Tens noção que nós deviamos ir no sentido que eles vão e que vamos chegar bué atrasadas?"

Resultado:
   - Olharmos uma para a outra e desatarmo-nos a rir.

Consequência:
   - 15mins de atraso à bela aula de FE
   - calor e boa disposição
       

"Dura praxis, sed praxis"


Duas semanas deu nisto: 
publicidade à brancura e ao amaciador edição especial com cheirinho a mostarda.


Depois de duas semanas de praxes que julgávamos ser o "fim do mundo" e inultrapassáveis (que contribuiram para o estado desta T-shirt), a nossa recompensa chegou: o baptismo.


Desde sempre que os trajados ESELianos nos incutiram a palavra "família". Mas foi no baptismo que conhecemos realmente o significado dessa palavra. Aí sim, todos nós soubemos o que é estar naquela escola e o verdadeiro significado da palavra "família" que nos repetiam a toda a hora. 


Aí tive a certeza de que os trajados ao dizerem "são as melhores semanas da tua vida", "vais ter saudades", "é aqui que conheces toda a gente" tinham razão e que afinal não tinha sido assim tão mau.  
Aí senti-me orgulhosa por pertencer a esta casa, a esta família. 


Nunca me tinha imaginado na fonte do Rossio, muito menos de pijama, à noite e a fazer "granada". Mas esse momento aconteceu. E foi tão mau, tão mau, tão mau que eu entrei e sai daquela fonte umas 3 ou 4 vezes (sem exageros). Porquê perguntam vocês? Porque a magia estava naquela fonte. Tal como o espírito académico e a felicidade. Naquela noite, o meu coração estava tão, mas tão orgulhoso. 
Parecia que já tinha acabado o curso e ainda mal o comecei. Mágico, não é? Foi maravilhoso todo aquele calor humano. Abraço atrás de abraço...



"Espero que sejas tão boa madrinha como foste verme." D.M.

Resta dizer que todas aquelas dores momentâneas valeram a pena.

 Obrigada COP. Obrigada ESEL.

Life change


Nestes últimos dois meses, muita coisa mudou na minha vida.
Apesar de eu continuar a mesma pessoa, a minha vida "profissional", ou melhor, de estudante, deu um grande passo. 
Pois é meus meninos, agora sou uma estudante universitária e com orgulho na casa em que estou. Sim, casa. Apesar de lá estar há apenas 4 semanas e de ainda mal saber os cantos, já me sinto em casa. 
E já vão perceber porquê.


Como um simples e-mail do ministério pode mudar a nossa vida, não é?

Haircut



Eu sei que ele estava a precisar, mas foi de doer o coração quando voltei a olhar para o espelho depois de ter deixado o cabelo nas mãos em quem confio há anos (desde bem pequenina). 


Enquanto a empregada me lavava a cabeça, recuei alguns anos e partilhei com a cabeleireira as memórias dos tempos em que ela pedia à antiga empregada para ir buscar um  monte de toalhas para eu ficar mais alta. Hoje em dia, ela pede o contrário, para eu descer na cadeira. Como o tempo passa e as coisas mudam, hein?

Verão em Revista



O Verão já lá vai.
Este ano soube a pouco, muito pouco.
Apesar de a estrutura poder ser comparada ao Verão anterior, o exame de 2ª fase e algumas surpresas inesperadas, mostraram-se barreiras para este ser o Verão e não apenas mais um no meio de tantos outros.
Quando o Verão estava prestes a acabar, para mim tinha acabado de começar.
Anyway, ficam votos que para o ano seja melhor e que os planos se concretizem.


O melhor? Carrálhoooos night e os super concertos de Julho
O pior? não ter actualizado as cusquices com o primo e o acampamento ter ficado pendente

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Life


Não, não morri.
Ainda estou bem viva, só não tenho tido um momentinho para vir aqui partilhar as minhas super aventuras e desventuras com vocês.
Tempo mal gerido e muitas mudanças, esperadas mas "repentinas".
Mais uns dias e mando notícias.
Até já