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terça-feira, 24 de abril de 2012

Dos dias maus

Há os dias bons e depois há os maus em que sentimos que mais valia não termos saído da cama. Em que assim que sais de casa tropeças na calçada, perdes o autocarro por um triz e que recebes mensagem de alguém inesperado capaz de desequilibrar o teu estado de espírito e de te deixar imediatamente com um humor de cão. E nesse dia só há uma única esperança para que ele se tornasse um dia melhor. Algo pensado à muito tempo com carinho e bastante desejado. 


Mesmo que ele não apareça, ainda que, no fim de contas, todos os esforços que ele fez não tenham sido suficientes. O comportamento dele faz-te ganhar o dia, pelo simples facto de não ter desistido à primeira dificuldade e ter tentado até ao último momento. Para ela, isso bastou e fez-lhe ganhar o dia.


É caso para dizer:








sábado, 14 de abril de 2012

É isto




"Se for entrar na minha vida, entre para ficar. Ando dispensando visitas passageiras."

quinta-feira, 8 de março de 2012

At times


Por vezes fazemos revelações a pessoas improváveis em dias inesperados

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Borboletas no estômago



Não, não estou in love. Quem achava que sim pode ir dar uma voltinha. São borboletas no estômago de ansiedade. Sim é verdade, é a aproximação de um momento que tanto esperei, tanto desesperei praticamente por ele e agora, que ele parece aproximar-se os medos voltam...

Tenho medo que os quase dois meses que estive sem o ver falem mais alto. Medo da minha reacção ao vê-lo no "reencontro", mas principalmente, tenho medo de deixar as emoções do reencontro falarem bem mais alto que todos os outros sentimentos de revolta e raiva que andaram tanto tempo cá dentro a desinquietar e que agora, finalmente, estavam a estabilizar. Times errados, sempre errados.

Anyway, façam fisgas por mim e desejem-me boa sorte. 

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Resolutions (ainda)

esqueci-me da mais urgente, da que tenciono concretizar assim que me deixarem e o mais rápido possível:


"Falar com ele e dizer tudo o que aqui está dentro guardado há tanto tempo."


sábado, 25 de dezembro de 2010

Não me venham com histórias

porque o Natal já não sabe a Natal.






Talvez seja por isso que ando tão Anti-Natal este ano.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

***

E Docinho, docinho, docinho voltar atras no tempo.
Reviver momentos atraves das fotos.
Sorrir das parvoices, das nossas figuras, das zangas, dos odios que se tornaram amizades...
E tao bom recordar... :')

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Passado que teima em ser lembrado

Não fui eu, a sério que não fui. Já estavas arrumadinho numa daquelas caixinhas quadradas compradas com muito carinho, com uma etiqueta que dizia "Amor". Uma das poucas aventuras nesse planeta. Estava praticamente ultrapassado, quando o assunto voltou à baila sobre ti.

Desde aí, não me tens dado descanso e não me deixas dormir. Ou se deixas, teimas em quebrar as barreiras do meu subconsciente, pressionando a segurança a deixar-te entrar num espaço que já não é teu... Naquele lugar onde ainda posso ser feliz, ainda que seja apenas por breves momentos enquanto repouso e tento recarregar baterias para um novo dia.

Mas tu, ignoraste a segurança e avançaste deixando a caixinha aberta e completamente desarrumada e confusa. Num desses dias, sou feliz contigo. No outro és tu feliz com a outra. Mas o que é isto? Parece mesmo o que estava a passar há um ano atrás! Aí, passei cerca de dois meses a cantarolar pelos cantos a tentar concorrer contra os passarinhos primaveris acabados de chegar. (Acho que cheguei mesmo a mandar alguns para o veterinário com dor de ouvidos ou lá o que eles têm.) Estivemos juntos um só final de tarde, que nos dias seguintes me deixou completamente "à nora". Não sabia o que ia acontecer nos próximos dias e tinha algum receio misturado com ansiedade, claro. Pediste-me para não contar e para não esquecer. Dois pedidos num só que entre os dois que, para mim, são tudo menos compatíveis. Ou pelo menos não foram.

Ultrapassei o que aconteceu e, mais tarde, descobri que tinhas voltado para ela. Nunca te critiquei por isso, porque sabia e sei que era lá teu lugar. Só me fez confusão o facto de nunca mais teres respondido a um simples sms, como se houvesse factos que te tinha escondido e que tinhas descoberto ou como se tivesses chateado comigo por alguma coisa. Negas qualquer uma destas razões.

Então porque não me dás a verdadeira (se é que ela existe)? Sempre fui daquelas pessoas que se interessou por conscienciologia ou, por outra, compreender aquilo que sonho enquanto durmo e tentar estabelecer uma ligação com o presente, se é que isso é possível.