A verdade é que não podia. Há coisas que por mais que tentemos fazer-lhe frente e tentar evitá-las não conseguimos. Simplesmente têm de acontecer e acontecem. A única solução é mesmo seguir em frente ou pelo menos tentar. E é na parte de seguir em frente e de dar mais um passo na nossa vida que entram os poderes mágicos. Eles possibilitariam-me dizer as palavras certas no momento certo. Aquelas que transmitissem aconchego e que me dariam a certeza que ficavas bem. As mesma que punham o teu belo sorriso exposto só para mim e que te dariam uma noite calma e tranquila. Os mesmos poderes mágicos que me dariam a possibilidade de estar onde não estou mas queria estar.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Poderes mágicos
A verdade é que não podia. Há coisas que por mais que tentemos fazer-lhe frente e tentar evitá-las não conseguimos. Simplesmente têm de acontecer e acontecem. A única solução é mesmo seguir em frente ou pelo menos tentar. E é na parte de seguir em frente e de dar mais um passo na nossa vida que entram os poderes mágicos. Eles possibilitariam-me dizer as palavras certas no momento certo. Aquelas que transmitissem aconchego e que me dariam a certeza que ficavas bem. As mesma que punham o teu belo sorriso exposto só para mim e que te dariam uma noite calma e tranquila. Os mesmos poderes mágicos que me dariam a possibilidade de estar onde não estou mas queria estar.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
19 de Junho de 2009
domingo, 8 de novembro de 2009
Pequena Grande imaginação #2

Era uma vez uma menina chamada Primavera. Ela era menina que decidiu ser uma estação do ano quando fosse grande. Hoje, tem vinte e cinco anos e é uma das mais belas e coloridas estações do ano. Ela quando chega põe as árvores dos bosques com flores e as flores dos jardins abrem as suas “carolas” coloridas para ver o sol magnífico. Também visita os passarinhos nos seus ninhos.
domingo, 1 de novembro de 2009
Pequena Grande imaginação #1
Porque há pessoas que ficavam fascinadas com a minha criatividade quando tinha apenas 12 anos, decidi procurá-los e publicá-los. Porque é bom recordar os elogios vindos da stôra "Tininha" que gostou bastante deste e à custa disso os meus colegas de turma ouviram "um ralhete" por causa da falta de imaginação deles (coitados, não tinham a culpa!).
“ A Família Plátano”
Era uma vez um senhor chamado Plátano que tinha uma mulher chamada Azinheira. Eles estavam casados há cinco anos e tinham três filhos: o João Caule, a Inês Folha a e Maria Flor.
Viviam numa quinta e tinham muitos animais: dois porcos, uma vaca, três pombos e duas pombas, cinco gatos, um cão pastor, duas ovelhas e o Zé pardal.
A família Plátano estava muito feliz, pois a Maria Flor tinha casado com o Manuel Fruto e estavam à espera de uma filha.
Passaram quatro meses…
Eis um bebé na quinta com o nome de Sofia Semente.
Ao fim de dois anos, o senhor Plátano e a senhora Azinheira tinham cinco netos. Estavam muito felizes.
sábado, 31 de outubro de 2009
Um pequeno gesto
Agora que temos consciência do que é a felicidade e já temos alguma experiência de vida sabemos o quanto as pessoas nos podem desiludir. Assim será que nos deixaríamos enganar over and over again? As crianças não têm a capacidade de ser selectivas a informação que ouvem (daí que de vez em quando digam coisas que na realidade não queriam). Elas sim, esquecem. Queria ser como elas. Conseguir apagar coisas menos boas da minha memória. Queria conseguir olhar para uma pessoa e lidar com ela com indiferença. Esquecer todo o mal que ela me fez. Se conseguíssemos voltar a ser crianças, seriamos muito mais críticos tanto com nós próprios como com os outros.
Mas afinal o que descobríamos? Qual seria a conclusão a que chegávamos? Que tudo isto é impossível. Que as pessoas que hoje nos conquistam, amanhã nos desiludem. Que hoje podemos estar mais felizes que amanhã. Que temos de aproveitar todos os momentos como se fossem o último (porque o destino traz-nos coisas boas ma
s também más e troca-nos as voltas vezes sem conta sem pedir). Que hoje podemos não passar de uns egoístas e materialistas mas que ao longo do tempo aprendemos a dar valor às pequenas coisas, às coisas simples. Porque a vida é feita delas. Ainda que seja um simples sorriso de uma criança que nos é querida. É por isso que as crianças nos ensinam muito. Aprendemos a valorizar o gesto delas, por mais pequeno e insignificante que este pareça. Desperta-nos sentidos que nós próprios desconhecemos. quarta-feira, 28 de outubro de 2009
O tempo é o melhor conselheiro

Damos muitos passos para trás mas esses passos são compensados com grandes pulos em frente, em direcção à luz. E um dia, sem sabermos como nem porquê, um pequeno acontecimento, como mais um ano nas nossas vidas, juntamente com outros anteriores e posteriores, fazem-nos perceber que tanta desilusão e sofrimento foi o destino a testar-nos e a fazer-nos perceber que venha o que vier havemos de ter sempre garra para dar pulos em frente.
Finalmente podemos respirar fundo e sentir que vale a pena viver e aproveitar as coisas boas que o destino tem reservado para nós. E como já dizia o provérbio “vão-se os anéis e ficam-se os dedos” e no final de contas percebemos que afinal as grandes amizades, aquelas que estiveram lá sempre, que gostam de nós tal e qual como nós somos e que nos apoiaram incondicionalmente, valem mais e são muito superiores a todas as outras coisas que vêm e vão.
Daniela Ribeiro Sousa
28/Out./09
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Instituto & sacrificios Parte II

Tive de esperar 2 meses até saber o tão esperado resultado. Os dias não passavam. Cada vez que me lembrava começava a chorar. Estava tudo menos segura do que tinha feito. Tinha medo de ter gasto mais de 150€ em vão, ia-me sentir muito mal mesmo.
Até que no início de Agosto, o telefone tocou... Era a teacher "the results had come out". "Ai meu Deus" pensei eu.
A voz dela parecia triste, desiludida. Essa voz disse-me "Oh S..." e eu disse "I failed!". Primeiro ainda disse que sim, mas pouco tempo depois antes de eu morrer de coração ela disse "Não chumbaste nada! 'Tás a brincar? Claro que não chumbaste". Ia explodindo de alegria.
As presenças nas aulas (ainda que quase a dormir por causa do cansaço), ficar em casa em vez de me estar a divertir com os amigos, o levantar ao sábado de manhã cedo... Tudo isto valeu a pena.
Que estranha sensação de dever cumprido quando, finalmente, me é entregue o certificado que me dá um pequeno sorriso ao meu currículo.
Isto só prova que só com muitos exercícios, excesso de trabalhos de casa e sacrifícios e que conseguimos alcançar os nossos objectivos. Ainda nem acredito que todos os sacrifícios valeram a pena :D
Instituto & sacrificios Parte I
A partir daí, 2 vezes por semana, depois de um dia de aulas lá ia eu ter mais uma hora extra de Inglês. Ao início achava graça, conheci pessoas novas ( que hoje em dia fazem parte do meu circulo de amigos) e as aulas eram divertidas. Contudo, à medida que os anos foram passando, os meus interesses foram mudando e começava a achar que afinal inglês não era assim tão difícil e que me conseguia "desenrascar" sozinha. Ainda assim, continuei a frequentar as aulas, ano após ano. Já fazia parte da rotina.
Até que o ano passado a exigência subiu a fasquia. Para além de ser 2 vezes por semana como de costume, uma delas seria ao Sábado. "Eina! não acredito! No único dia em que eu podia dormir até mais tarde, vou ter de me levantar as 8h da matina". Óbvio que a ideia não agrada a nenhum adolescente, ainda para mais que acabava de entrar no ensino secundário. Mas depois pensei: "Caramba! Há tantos anos que ando a caminhar para aqui e agora vou desistir? Estou a apenas 10s de conseguir obter uma medalha de bronze e vou deixar que os outros concorrentes me passem a frente?" Então depois de muito pensar cheguei a conclusão que era apenas mais um ano. Que horror ter 3h de inglês a um sábado de manhã e ainda levar montes de trabalhos de casa.
Quantas vezes depois do despertador tocar, inventava uma desculpa para mim própria como forma a faltar à aula e ficar na cama quentinha mais uma horinha? Muitas! Então no inverno, muito pior.
Quantas vezes à 6a feira a noite ainda estava a fazer os trabalhos de casa até às tantas (tenho uma amiga que se levanta as 5h da manha para os fazer antes da aula)? E logo naquelas 6as do festival da canção da minha escola e nas noites dos melhores filmes em que todos os meus amigos iam. O que é que eu estava a fazer e onde? Fácil, em casa a fazer tpc's para o instituto.
No final do ano, com uma média pouco segura, decidi arriscar e ir a exame (também porque o Xico sempre acreditou em mim). Lá fui eu um fim-de-semana em Junho para Coimbra resolver o bichinho. Era fácil, mas não o soube aproveitar.
sábado, 10 de outubro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Ou porque estão acompanhadas por pessoas que não é agradável interromper (sempre a minha mania de arranjar problemas onde eles não existem) ou porque, simplesmente não tenho vontade de falar com ela ou reconhece-las.
Como é que me desembaraço?
Fácil. Sinto uma enorme necessidade de arranjar um tema de conversa (ou mesmo um sítio onde me possa distrair do mundo que gira a minha volta porque é horrível sentirmo-nos observados), para discutir com quem me acompanha, para evitar conversas inconvenientes e os típicos cumprimentos.
Devo confessar que a táctica nem sempre resulta e que consigo deixar os meus colegas a pensar “Hã? O que é que disseste?”. Agora já sabem a origem das conversas completamente inoportunas.
sábado, 12 de setembro de 2009
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Calções milagrosos
Por exemplo, há dias fui passear com uns familiares e como não "lhes" apeteceu levar-me de volta a casa, pernoitei em casa deles. Assim, no dia seguinte, fui as compras para vestir roupinha lavada. Encontrei uns calções curtos engraçados. Decidi experimentar.
Depois de vestidos, devo dizer que fiquei espantada ao olhar a etiqueta e ver que o tamanho era 40, pois apesar de serem um bocadinho largos na cintura, ficavam lindamente na perna.
Mas a verdade é que com os ditos calções me sinto lindamente e ainda mais magra.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Coment a "Chorar"
Um dos piores choros é quando não conseguimos decifrar a sua origem ou até mesmo entende-la. Quando é difícil explicar a razão ou quando não a dizemos por vergonha, ou, até mesmo porque sabemos que a pessoa que está ali não ai entender e que se calhar até vai desconfiar do que estamos a dizer. Chorar silenciosamente. Sim, todos sabem que não se deve fazer, mas como sempre ouvi dizer que o fruto, neste caso que era proibido, é o mais apetecido. Arrisco a dizer que todos o fazem. Todos choramos tendo apenas o nosso coração como ouvinte, pondo os nossos neurónios ofegantes e completamente descontrolados com tantos impulsos eléctricos inesperados. Uma sensação que ninguém gosta de viver. Sofrer.
Afinal desde muito novos que choramos de alegria ou mesmo para dar um presentinho a mamã.
terça-feira, 7 de julho de 2009
Rapazes #2

domingo, 5 de julho de 2009
Rapazes
Porque é que os rapazes só abrem os olhos para a beleza, ou suposta beleza, de uma rapariga depois de terem consumido alguns pares de imperiais?
Discretos?
Esse adjectivo não se adequa a eles. Usam todos os mesmos métodos.
Bom ou mau?
Bom, assim podemos preparar-nos para os enfrentar e dar-lhe uma grande tampa se for esse o caso.
Começam a "picar" com ela e acabam a noite a pedir-lhe o número.
Ainda bem que a noite acabou mais cedo para ele.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
domingo, 21 de junho de 2009
Perfeição

Sempre achei que merecia mais. Contudo, a vida nem sempre nos compensa, pelo menos em tempo real. “Cada um tem o que merece”. Será mesmo? Quase sempre o dia nasce soalheiro, mas alguém consegue trocar-me as voltas e arranja maneira de pôr o céu enublado. Nunca nada está suficientemente brilhante e cuidado. O único pensamento positivo com que consigo enganar o meu ego é transmitir-lhe que tomara muitos ter alguém como eu a seu lado para me “aturar”.
domingo, 14 de junho de 2009
Anjo? Nem vê-lo!

Achei possível que um anjo se tivesse cruzado no meu caminho para me proteger. Mas com o tempo a passar, reflecti melhor sobre o assunto e chego a conclusão que afinal não o és.
Talvez o tivesses sido. Por um instante… Ou por outra, talvez não… Foste apenas uma frecha que deixou entrar um pedacinho de luz quando fui obrigada a entrar num túnel onde eu não queria. Para além de não quer ir sozinha, tinha pesadelos com os animais da escuridão com quem me iria cruzar, de certeza.
A meio do túnel, pensei mesmo que o meu coração acelerava sempre que passava por esse meu anjo imaginário. Hoje tenho a certeza que não. Foi apenas uma ilusão... Agora quase no fim desta caminhada ao longo do túnel, encontro um fósforo para poder acender uma vela. O pior de tudo é o tamanho da chama. Sim, porque com a falta de oxigénio, esta não vai aguentar por muito tempo.
Mas, apesar de todas as condições, esta pequena e inesperada chama foi o suficiente para me alegrar os próximos dias e me permitir acabar a caminhada com menos receio.
terça-feira, 2 de junho de 2009
Recta final..
O mais comum nestes dias é ouvir "Eina! Já estás quase de férias!" e eu respondo "Ainda falta tanto tempo!" Não é que falte tanto tempo em questão de dias, carga horária, contudo estes são os mais difíceis de passar. É só tarefas por todo o lado: trabalhos, apresentações, testes intermédios e não esquecer os trabalhos de casa. Acordamos na segunda a ansiar pela sexta-feira para podermos aliviar...
E quando chega o fim do dia é com um "Finalmente!" no pensamento... Olhamos para o calendário - que agora é tudo menos nosso amigo - e dizemos "Eina pois é! Nunca mais me lembrei!". Este é o nosso prato do dia. Ao almoço. Ao jantar.
Já não andamos como o habitual. Agora rastejamos. Lentameeeennteeeeeee! Tudo muito lentamente como se fossemos lesmas em ponto grande e muito desenvolvidas. Já ninguém diz coisas com coisa.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Passado que teima em ser lembrado
Não fui eu, a sério que não fui. Já estavas arrumadinho numa daquelas caixinhas quadradas compradas com muito carinho, com uma etiqueta que dizia "Amor". Uma das poucas aventuras nesse planeta. Estava praticamente ultrapassado, quando o assunto voltou à baila sobre ti.Desde aí, não me tens dado descanso e não me deixas dormir. Ou se deixas, teimas em quebrar as barreiras do meu subconsciente, pressionando a segurança a deixar-te entrar num espaço que já não é teu... Naquele lugar onde ainda posso ser feliz, ainda que seja apenas por breves momentos enquanto repouso e tento recarregar baterias para um novo dia.
Mas tu, ignoraste a segurança e avançaste deixando a caixinha aberta e completamente desarrumada e confusa. Num desses dias, sou feliz contigo. No outro és tu feliz com a outra. Mas o que é isto? Parece mesmo o que estava a passar há um ano atrás! Aí, passei cerca de dois meses a cantarolar pelos cantos a tentar concorrer contra os passarinhos primaveris acabados de chegar. (Acho que cheguei mesmo a mandar alguns para o veterinário com dor de ouvidos ou lá o que eles têm.) Estivemos juntos um só final de tarde, que nos dias seguintes me deixou completamente "à nora". Não sabia o que ia acontecer nos próximos dias e tinha algum receio misturado com ansiedade, claro. Pediste-me para não contar e para não esquecer. Dois pedidos num só que entre os dois que, para mim, são tudo menos compatíveis. Ou pelo menos não foram.
Ultrapassei o que aconteceu e, mais tarde, descobri que tinhas voltado para ela. Nunca te critiquei por isso, porque sabia e sei que era lá teu lugar. Só me fez confusão o facto de nunca mais teres respondido a um simples sms, como se houvesse factos que te tinha escondido e que tinhas descoberto ou como se tivesses chateado comigo por alguma coisa. Negas qualquer uma destas razões.
Então porque não me dás a verdadeira (se é que ela existe)? Sempre fui daquelas pessoas que se interessou por conscienciologia ou, por outra, compreender aquilo que sonho enquanto durmo e tentar estabelecer uma ligação com o presente, se é que isso é possível.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Segunda-feira, 6 de Abril de 2009
teima em não espreitar e as nuvens, bem essas marcam presença no céu que era
azul antes destas decidirem aparecer. Agora está cinzento...
é sempre a mesma rotina: levantar tarde a horas para almoçar, ver
televisão, msn... Enfim! Tudo o que um jovem moderno faz.
preparamos para uma girls night and party claro, temos de estar contentes e ansiosas, como é óvio, diria ele.
quarta-feira, 11 de março de 2009
Horóscopo #1
“A vida transforma-se numa festa quando sabes desfrutar das coisas normais de cada dia.”Talvez tenha de aprender a relaxar, talvez tenha de aprender a… respirar. Imprima suavidade à sua existência. (Vera Xavier)
Será que não sei aproveitar as pequenas coisas? E logo eu, tão sentimentalista, tudo ao pormenor! Sim é verdade, ultimamente faço quase tudo menos relaxar e sorrir. Diria que estou na Lua (S)
domingo, 8 de março de 2009
A vida num filme # 1
A vida é um filme de longa duração para uns, para outros nem tanto... Neste filme acontece tudo, até o que nos parece ao início impossível. Por vezes juramos, prometemos um futuro comum cheio de sonhos e momentos de alegria. No entanto, o destino troca-nos as voltas e põe em questão tudo o que nos foi dito. Sonho a sonho. Palavra a palavra. Letra a letra.Seguem-se as perguntas mais que memorizadas na nossa mente: "Ele mentiu-me! Será que alguma vez foi sincero comigo? De certeza que já pensava nela!" É tudo uma incerteza, tudo parece bater certo. O que nós não pensamos (ou não queremos pensar) é o que dissemos aquilo porque era o mais correcto na altura, naquele momento. Era a nossa vontade continuar a alimentar e cumprir os sonhos arquitectados em conjunto.
Mas, como o destino foi mais forte que nós e não o conseguimos impedir, caímos num buraco bem fundo. Negro. Apesar de todos nos estenderem as mãos, parece impossível conseguir sair do buraco. Demoramos semanas e semanas a conseguir trepar o enorme buraco em que caímos. Pouco a pouco, de dia para dia conseguimos ir trepando muito devagar para não voltarmos a cair. Como se não conhecemos bem a Terra que estamos a trepar...
O que é certo é que algum dia havemos de chegar ao topo do buraco, depois de muito esforço tanto nosso como das pessoas que nos estenderam as mãos. Apercebemo-nos então que o esforço valeu a pena e sem as mãos que nos foram estendidas seria muito mais difícil trepar o raio do buraco que pareceu um poço demasiado fundo para o conseguirmos ultrapassar. Esse dia há-de chegar entretanto. Porque as mãos jamais serão encolhidas!
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Há coisas que nao se explicam!
sábado, 17 de janeiro de 2009
M&M's: Merece destaque!

"Quando nos conhecemos não fazíamos ideia da amizade que iria crescer entre as 4... Ninguém imagina o que passamos juntas este último ano foi o melhor, foi espectacular, tudo o que passamos, as maluquices, as coscuvilhices, cada uma diferente e cada uma com mais pancada que a outra.
São aquelas amigas que estão sempre presente, que sempre me apoiaram independentemente das minhas decisões ou escolhas. Podemos dizer que são amigas para toda a vida, SIM, são mesmo amigas que nunca vou esquecer, permanecerão sempre e infinitamente no meu coração independentemente do que aconteça...
Agora cada uma tomou um rumo diferente...houve uma pequena separação entre as 4, quer dizer não estamos juntas fisicamente, mas permanecem no meu coração como já disse...Eu e a Tiz cá, a Freitas e a Nelokas lá...Apesar de tudo continuamos melhores amigas e assim sendo as M&Ms, não tenho duvidas disso... Tentamos marcar encontros i quando estamos juntas, ninguém nos consegue parar!
Bem o que interessa é que mesmo longe a nossa amizade supera tudo...Por tudo que já passamos. ADORO-AS " (Anolitas)
"Agora vamos atravessar uma fase nova em que temos de unir forças para combater a imensidão do CEF! i as saudades das outras M&M's... Espero que atravesses mais fases em que esse teu magnífico sorriso se vá por instantes porque significa que estas a viver a vida... Mas também espero, ou melhor, quero que ele volte rapidamente i com a minha ajuda! Sim, porque eu estarei sempre a teu lado! Não quero ser só uma companheira para as maluquices mas também para as tristezas, para as alegrias, para as cusquices... Até porque sem cusquices nos não sobrevivemos! " (Tiz)
Nós somos mesmo assim: solidárias umas com as outras quando necessário e somos muito felizes as 4 juntinhas...
Elas são uma grande parte de mim e sou muito feliz com elas...
Porque são elas que me fazem sonhar! Unidas substituímos as lágrimas por sorrisos, a tristeza pela alegria e a monotonia com as cusquices! Hihih
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
" I'm (finally) back! "
"Não há melhor definição"

" A nativa do signo peixes vive a sua vida assente na procura do grande amor. O seu coração é muito sensível e mesmo no dia-a-dia tem tendência para ser idealista e sonhadora. Não gosta de se sentir pressionada a assumir responsabilidades e procura instintivamente ser protegida pelos que a rodeiam. É naturalmente intuitiva e cria sempre uma atmosfera mágica à sua volta. O amor é o grande motor da sua vida, e precisa de se sentir amada para ser feliz. Viver um romance de conto de fadas é, para ela, a maior felicidade que pode ambicionar."
Não podia estar mais de acordo com este artigo! Tudo aquilo aqui descrito é verdade: sou uma sonhadora.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Duvido
O mundo é feito de dúvidas e incertezas constantes. A partir do momento em que nascemos os pais interrogam-se "Joana ou Sofia?". Uma de muitas dúvidas durante a vida.Algumas pessoas nascem belas outras nem tanto.
Sou bonita, nem por isso!
Inteligente?
Não! Às vezes tenho uns momentos de lucidez :D
(Imagem a pensar na Tiz, claro)




