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terça-feira, 6 de novembro de 2012



Há dias em que o cansaço reina. Dias em que a noite mal dormida, se sobrepõe à boa disposição e à diversão normal. Dias em que nem nós próprios nos reconhecemos. Dias sombrios que não agradam a nada nem a ninguém. Dias em que por mais que tentemos, as fraquezas vêm ao de cima. Dias em que a única coisa que realmente nos apetece é enfiar-nos novamente na cama ainda que o despertador teime em tocar. Dias não são dias, mas hoje foi o dia.


sábado, 14 de abril de 2012

O problema da humanidade


"Mania de montar diálogos na minha cabeça com palavras que eu

 nunca teria coragem de dizer"


por isso, existem as indirectas: 


quinta-feira, 8 de março de 2012

At times


Por vezes fazemos revelações a pessoas improváveis em dias inesperados

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

So true



"Há coisas que me deixam mesmo triste.
 É pena é que para os outros seja sempre uma coisa mínima."
por Neuza in Diário de Bordo    

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Verão em revista #2

Qual será a sensação de passear à beira-mar de manhãzinha? 

Há muito que esta questão vagueava na minha cabeça de um lado para o outro. 
Queria descobrir o que iria despertar em mim aquele passeio.

 Saudade? Alegria? Liberdade? Tristeza? Solidão? 


Pé ante pé, lá me levantei no último dia de férias em Setembro após a chegada dos vizinhos me ter despertado. Apesar de me sentir a adoecer, descalcei as sandálias e fui caminhar pela areia que a chuva molhara. Calmamente e ao som das ondas, caminhei à medida que as questões de sempre me iam cruzando a mente. Nem o mar nem a brisa me deram respostas, como era de esperar. Tal como eu, havia outras pessoas a fazer o mesmo. Umas à procura da paz matinal que se sente na praia, outras a fazer jogging. Também as gaivotas fizeram questão de estar presentes. Tudo num ambiente calmo e que só me apetecia deitar-me ali, mesmo ao lado do rebentar das ondas, de olhos fechados.

A roupa ia ficar cheia de areia e molhada? So what?

Fica para uma próxima vez, quem sabe acompanhada.








Nazaré, Setembro 2011

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Haircut



Eu sei que ele estava a precisar, mas foi de doer o coração quando voltei a olhar para o espelho depois de ter deixado o cabelo nas mãos em quem confio há anos (desde bem pequenina). 


Enquanto a empregada me lavava a cabeça, recuei alguns anos e partilhei com a cabeleireira as memórias dos tempos em que ela pedia à antiga empregada para ir buscar um  monte de toalhas para eu ficar mais alta. Hoje em dia, ela pede o contrário, para eu descer na cadeira. Como o tempo passa e as coisas mudam, hein?

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Life


Não, não morri.
Ainda estou bem viva, só não tenho tido um momentinho para vir aqui partilhar as minhas super aventuras e desventuras com vocês.
Tempo mal gerido e muitas mudanças, esperadas mas "repentinas".
Mais uns dias e mando notícias.
Até já

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Valor da Glória

"Por meio destes hórridos perigos,
Destes trabalhos graves e temores,
Alcançam os que são de fama amigos
As honras imortais e graus maiores:
Não encostados sempre nos antigos
Troncos nobres de seus antecessores;
Não nos leitos dourados, entre os finos
Animais de Moscóvia zebelinos;



(...)

E com forçar o rosto, que se enfia,
A parecer seguro, ledo, inteiro,
Para o pelouro ardente, que assovia
E leva a perna ou braço ao companheiro.
Destarte, o peito um calo honroso cria,
Desprezador das honras e dinheiro,
Das honras e dinheiro, que a ventura
Forjou, e não virtude justa e dura."


"Os Lusíadas" Camões, Canto VI



Por o meio de todos os obstáculos e barreiras que a vida nos coloca, se nos mantermos firmes e seguros de quem somos e do que queremos, alcançaremos a glória vencendo as nossas próprias limitações pessoais. Lutando, no fim conseguiremos substituir o sofrimento pelas nossas honras e sairemos vitoriosos.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

quarta-feira, 5 de maio de 2010

domingo, 31 de janeiro de 2010

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

19 de Junho de 2009

«Quem falar com ela sem a conhecer tem dois ou três pensamentos instantâneos, mais rápidos que os próprios pudins Flan: “que mulher simpática” ou “não m importava de ter uma mãe assim” ou até mesmo “lá em casa deve ser divertido”. Acho que todos nós já desejámos ter nascido noutro país, noutra terra ou mesmo noutra família.

Pois, há quem goste de marcar a diferença…

Não é que a pessoa em causa não seja simpática, até é para a maioria dos desconhecidos. Talvez o metabolismo do organismo dela não dê para mais. Talvez se farte de conviver com as mesmas pessoas durante vários anos. Espero que não vire epidemia!
A minha grande preocupação é aquela parte do “quem sai aos seus não degenera”. O meu receio é, nem mais nem menos, ficar como ela. É estranho, mas é verdade. Não quero. Quero ser muito melhor. Conseguir abrir as asas e aconchegar os meus pintainhos todinhos sem deixar o pintainho feio de fora. Ser capaz de repartir o meu calor humano de mãe galinha sem os diferenciar. Essencialmente ser real e não um cartoon que se molda conforme a tira que ocupa na sua BD.»


Texto com lacunas