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quinta-feira, 22 de março de 2012

Greve

Quando há um anúncio de grave o meu primeiro pensamento é que tenho o dia livre para ir passear e para conhecer a cidade onde me encontro. Pouco depois percebo que tal é impossível, uma vez que sem transportes é difícil conhecer alguma coisa, a menos que seja sozinha. Contudo, por breves instantes explorei o sítio onde moro e encontrei um parque.



um parque onde os pais que provavelmente não puderam ir trabalhar, estavam com os filhos, pequenos, a jogar no campo de jogos e a brincar e a aproveitar o tempo com os filhos. O que uma greve proporciona...


Bonito e sossegado. (Re)cantos de Benfica.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Home alone

Caro quarto, eu sei que precisas de uma arrumação, mas a vontade não tem andado por estes lados.


Cara cadeira, essa roupa lavadinha e bem cheirosa há quase uma semana que te implora pelo ferro mas cada vez que olho para vocês só me apetece fugir para a sala.


Um dia eu vou cuidar de vocês. 


Amanhã é talvez o dia.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Vida Citadina


"É assustador perceber o quão sabemos que as pessoas que vemos todos os dias, têm problemas tão graves"


Noélia Santos


É caso para dizer: tão perto, mas ao mesmo tempo tão longe.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Situações Irónicas



Descrição: 
   - Eu e a Micas moviamo-nos no sentido ESEL- metro
   - Padrinho M, e a Madrinha A. iam no sentido metro-ESEL com um ar apressado por estar na hora da aula mas ainda assim, cumprimentaram-nos com um sorriso.
   - Ao nos cruzarmos com eles eu digo com um ar muito divertido "Só agora?!"
   - 2 passos depois a Micas vira-se para mim e diz "Tens noção que nós deviamos ir no sentido que eles vão e que vamos chegar bué atrasadas?"

Resultado:
   - Olharmos uma para a outra e desatarmo-nos a rir.

Consequência:
   - 15mins de atraso à bela aula de FE
   - calor e boa disposição
       

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Life


Não, não morri.
Ainda estou bem viva, só não tenho tido um momentinho para vir aqui partilhar as minhas super aventuras e desventuras com vocês.
Tempo mal gerido e muitas mudanças, esperadas mas "repentinas".
Mais uns dias e mando notícias.
Até já

sábado, 29 de janeiro de 2011

Na semana que aí vem...

... não vou nem posso desistir, mas vontade não falta.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

-.- #2




And you know what? This sucks so much, so so so much! -.-
I just feel like I'm doing everything except LIVING!

//Pede compaixão ao prof. de Psicologia, Obrigada.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Não é todos os dias que...



um pombo repara, a meio da sua viagem aérea, que tem excesso de bagagem e decide aliviar-se, sujando-me a bela da camisola e a gabardine como se eu não me importasse.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Postais

(má qualidade das fotos :x)
Entrámos por acaso numa livraria e descobrimos estes postais por acaso.
São ou não uma coisa mesmo fofinha?
O do meio só apetece comer ^^,

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Uma espécie de "bad behaviour" mas...

Não, não é plágio (até porque sigo atentamente cada post dos blogues referidos de seguida). É só porque este post com palavras da Sofia e fundo da Kitty Fane refere exactamente o que tem andado nas bocas do meu mundo pequeno e traduz o que vai na minha mente, por isso veio mesmo a calhar. Gosto. Adoro. Venero. E, claro, não podia concordar melhor.


quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Think about it


Por vezes ponho-me a reflectir. Analiso memórias e emoções nestas vividas e concluo o quão mais fácil tudo era e parecia quando éramos crianças.

O facto de não conhecermos nem entendermos bem a realidade, impede que os momentos sejam vividos com tanta intensidade (pelo menos os piores) e emoção. Impede que uma despedida seja tão difícil e emotiva como ela é.

Quando crescemos é difícil impedir a lágrima no canto do olho e somos obrigados a exibir um sorriso forçado de encorajamento. Ninguém disse que ser “mais crescido” só tinha vantagens. Tudo isto porque meditamos minuciosamente sobre o nosso mundo, a nossa realidade e as nossas acções. Consequentemente, vivemos os momentos com mais emoções e sensibilidade.

Tudo por culpa dos bastidores das “cenas”, por conhecermos bem todos os cenários e actores que constituem, afinal, o nosso palco. A nossa peça de teatro que não e nada mais nada menos que a nossa vida.
Think about it

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Até parece uma anedota 2#

Ele há cada coisa...



Há cerca de duas semanas, depois de uma grande visita de estudo eu e as minhas girls sentimos vontade de ir ao Wc, não só responder às necessidades do nosso corpo, mas também pôr as novidades em dia (apesar de termos passado o dia todo juntas). Bem, mas continuando, como somos moças inteligentes, claro que escolhemos as casas de banho mais próximas, óbvio.



Estávamos descansadinhas, quando a loira (por uma razão que dava outra grande anedota) desata a rir às gargalhadas e decide fechar a porta, para não espalhar a nossa euforia pelo parque de estacionamento subterrâneo.



Entretanto, batem à porta. UUUUUUhhh. Ninguém a vai abrir. Mais uns minutinhos no Wc a consertar e tal, quando iamos para sair, olhámos para a porta e desatamos a rir (inevitável, claro). A loira chega-se a frente, abre a porta e recua. Depois de alguma insistência, ela mesma vai a frente e eis que lhe aparece um homem na casa dos 40 à frente. Ficámos imóveis com uma vontade enorme de rir mas ao mesmo tempo aterrorizadas.



Não é que ouvimos um ralhete por ir à casa de banho?? Oh meu deus! Só a nós. O homem a dizer que aquelas casas de banho eram privadas e blablabla. Já não podemos fazr xixi onde queremos? Essa é boa. Podia identificar-nos e manda-la para o liceu.



Já imaginaram bem a vergonha? A DT a entrar na sala, a pedir para falar com a Alex, a loira e a carolina e ralhar connosco por irmos a casa de banho? Aahahahha esta foi demais.
Qual é o melhor lugar para esconder a máquina fotográfica de um irmão?





Dentro de uma impressora claro :p

quarta-feira, 31 de março de 2010

Ja não ouvia esta música à séculos e, quando estava no carro de volta a casa, passou na rádio. E não é que qeria mesmo canta-la para a pessoa que estava mesmo ao meu lado? Há rádios fantásticos, não há?

(até o volume do rádio subi kakakaka)

domingo, 31 de janeiro de 2010

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

19 de Junho de 2009

«Quem falar com ela sem a conhecer tem dois ou três pensamentos instantâneos, mais rápidos que os próprios pudins Flan: “que mulher simpática” ou “não m importava de ter uma mãe assim” ou até mesmo “lá em casa deve ser divertido”. Acho que todos nós já desejámos ter nascido noutro país, noutra terra ou mesmo noutra família.

Pois, há quem goste de marcar a diferença…

Não é que a pessoa em causa não seja simpática, até é para a maioria dos desconhecidos. Talvez o metabolismo do organismo dela não dê para mais. Talvez se farte de conviver com as mesmas pessoas durante vários anos. Espero que não vire epidemia!
A minha grande preocupação é aquela parte do “quem sai aos seus não degenera”. O meu receio é, nem mais nem menos, ficar como ela. É estranho, mas é verdade. Não quero. Quero ser muito melhor. Conseguir abrir as asas e aconchegar os meus pintainhos todinhos sem deixar o pintainho feio de fora. Ser capaz de repartir o meu calor humano de mãe galinha sem os diferenciar. Essencialmente ser real e não um cartoon que se molda conforme a tira que ocupa na sua BD.»


Texto com lacunas

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Por vezes, quando acompanhados na rua ou num lugar público, cruzamo-nos por pessoas indesejadas naquele momento.

Ou porque estão acompanhadas por pessoas que não é agradável interromper (sempre a minha mania de arranjar problemas onde eles não existem) ou porque, simplesmente não tenho vontade de falar com ela ou reconhece-las.

Como é que me desembaraço?
Fácil. Sinto uma enorme necessidade de arranjar um tema de conversa (ou mesmo um sítio onde me possa distrair do mundo que gira a minha volta porque é horrível sentirmo-nos observados), para discutir com quem me acompanha, para evitar conversas inconvenientes e os típicos cumprimentos.

Devo confessar que a táctica nem sempre resulta e que consigo deixar os meus colegas a pensar “Hã? O que é que disseste?”. Agora já sabem a origem das conversas completamente inoportunas.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Calções milagrosos

Para saídas de casa inesperadas, uma pessoa tem um curto espaço de tempo para pensar em levar o necessário. E quando nos trocam as voltas? Fantástico!

Por exemplo, há dias fui passear com uns familiares e como não "lhes" apeteceu levar-me de volta a casa, pernoitei em casa deles. Assim, no dia seguinte, fui as compras para vestir roupinha lavada. Encontrei uns calções curtos engraçados. Decidi experimentar.

Depois de vestidos, devo dizer que fiquei espantada ao olhar a etiqueta e ver que o tamanho era 40, pois apesar de serem um bocadinho largos na cintura, ficavam lindamente na perna.
Mas a verdade é que com os ditos calções me sinto lindamente e ainda mais magra.

domingo, 21 de junho de 2009

Perfeição

Será que tenho tudo o que mereço ou, por outra, mereço tudo o que tenho?

Sempre achei que merecia mais. Contudo, a vida nem sempre nos compensa, pelo menos em tempo real. “Cada um tem o que merece”. Será mesmo? Quase sempre o dia nasce soalheiro, mas alguém consegue trocar-me as voltas e arranja maneira de pôr o céu enublado. Nunca nada está suficientemente brilhante e cuidado. O único pensamento positivo com que consigo enganar o meu ego é transmitir-lhe que tomara muitos ter alguém como eu a seu lado para me “aturar”.

domingo, 14 de junho de 2009

Anjo? Nem vê-lo!


Achei possível que um anjo se tivesse cruzado no meu caminho para me proteger. Mas com o tempo a passar, reflecti melhor sobre o assunto e chego a conclusão que afinal não o és.


Talvez o tivesses sido. Por um instante… Ou por outra, talvez não… Foste apenas uma frecha que deixou entrar um pedacinho de luz quando fui obrigada a entrar num túnel onde eu não queria. Para além de não quer ir sozinha, tinha pesadelos com os animais da escuridão com quem me iria cruzar, de certeza.


A meio do túnel, pensei mesmo que o meu coração acelerava sempre que passava por esse meu anjo imaginário. Hoje tenho a certeza que não. Foi apenas uma ilusão... Agora quase no fim desta caminhada ao longo do túnel, encontro um fósforo para poder acender uma vela. O pior de tudo é o tamanho da chama. Sim, porque com a falta de oxigénio, esta não vai aguentar por muito tempo.


Mas, apesar de todas as condições, esta pequena e inesperada chama foi o suficiente para me alegrar os próximos dias e me permitir acabar a caminhada com menos receio.